Programação de Shows - Março 2006
Av. Angélica 2331 – Higienópolis – Telefone (11) 3255-3635
Terça, Quarta e Quinta-feira os shows começam às 21h30
Sexta-feira e Sábado os shows começam às 22 horas
A casa abre a partir das 20 horas
www.tomjazz.com.br
O mês de março no TOM JAZZ vem recheado de novidades e aposta em músicos consagrados e conhecidos do público. Considerada a primeira dama do jazz e da bossa nova, a cantora carioca Leny Andrade , sobe ao palco, em três únicas apresentações, dias 9, 10 e 11 de março ao lado do grupo Os Cariocas , conjunto vocal que fez escola na arte de cantar música popular a várias vozes, mesclando polifonia e efeitos rítmicos. Rosa Marya Colin mostra grandes sucessos de sua carreira nos dias 4 e 5 de março e Pery Ribeiro mostra os sucessos de seu mais novo CD Cores da Minha Bossa nos dias 24 e 25 de março.
O cantor, compositor, poeta, multiinstrumentista, pintor e ativista cultural de Cabo Verde Mario Lucio lança seu primeiro CD Mar e Luz nos dias 17 e 18 de março. Já o Zimbo Trio retoma a temporada de sucesso na casa a partir do dia 30 de março.
A Banda Mantiqueira , a famosa big-band paulistana, abre um novo dia no TOM JAZZ, e sobe aos palcos todas as terças-feiras, a partir do dia 7 de março, numa temporada até o final de maio. Já o Pau Brasil , grupo de música instrumental formado no fim da década de 70, em São Paulo, toma conta das quartas-feiras, a partir do dia 8 de março, numa temporada até o fim do mês de abril.
PROGRAMAÇÃO
ROSA MARYA COLIN
Dias 3 e 4 de março – sexta-feira e sábado – 22 horas
Couvert artístico – R$ 50,00 * Duração – 1h30 * Censura – 18 anos
Músicos – Rosa Marya Colin (voz) e Cleber Rennó (piano).
Cantora mostra seus grandes sucessos
A cantora e atriz Rosa Marya Colin, que recentemente participou das duas temporadas da série Hoje é Dia de Maria (TV Globo), mostra seus sucessos num show acompanhada pelo pianista Cleber Rennó. Entre as canções que ficaram conhecidas em sua voz, Rosa Marya apresenta Califórnia Dreamin' (Michelle Gillian/ John Phillips), Stand by Me (Mike Stoller/ Jerry Leiber/ Ben E. King ), Monday, Monday (John Phillips), Mercedes Benz (Janis Joplin/ M. McClure/ B. Neuwirth) e Let it Be (McCartney/ Lennon), entre outras.
Rosa Marya nasceu na cidade mineira de Machado, mas iniciou sua carreira artística, aos 18 anos, no Rio de Janeiro, apresentando-se na Rádio Tupi e Mayrink Veiga. Gravou seu primeiro LP em 1965, e atuou em teatro, televisão e cinema, com destaque para os musicais Hair , Paixão de Drácula e Presença de Vinícius , as novelas Malhação e Escrava Anastácia e o filme Compasso de Espera . No final da década de 70, participou de projetos com repercussão nacional, como o Canto da Terra , Seis e Meia , Pixinguinha e Acorde . Em 1981 excursionou pela Europa e EUA, mas apenas sete anos mais tarde emplacou seu maior sucesso, a regravação de Califórnia Dreamin' . Desde então não parou de gravar, sempre com repertório voltado para o folk e o blues norte-americano.
BANDA MANTIQUEIRA
Dias 7, 14, 21 e 28 de março – terças-feiras – 21h30
Couvert artístico – R$ 30,00 * Duração – 1h30 * Censura – 18 anos
Músicos – Nailor Azevedo – Proveta (arranjos, composições, sax soprano, sax alto e clarinete), Jarbas Barbosa (guitarra), Edson Alves (arranjos, composições, violão e baixo elétrico), Wesley Izar – Lelo (bateria), Fred Prince (percussão), Guello (percussão), François (trombone de válvulas), Valdir Ferreira (trombone de Vara), Nahor Gomes (trompete e flugelhorn), Walmir Gil (trompete e flugelhorn), Odésio Jericó (trompete e flugelhorn), Vinícius Dorin (sax tenor e flauta), Ubaldo Versolato (saxbarítono, flauta e piccolo) e Cacá Malaquias (sax tenor e flauta).
Temporada às terças-feiras com a big-band paulistana
Formada em 1991, por iniciativa do clarinetista, saxofonista, compositor e arranjador Nailor Azevedo, o Proveta, e integrada por outros músicos que sempre estiveram muito próximos a ele, a Banda Mantiqueira começa temporada de três meses, sempre às terças-feiras, no Tom Jazz. No caldeirão de canções da banda, composições de Pixinguinha, Tom Jobim, Jacob do Bandolim, Cartola, Nelson Cavaquinho, Ernesto Nazareth, João Bosco, Guinga, Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi e Joyce, além de canções dos próprios integrantes com arranjos para big-band.
Os treze músicos mostrarão músicas como Eu e a Brisa (Johnny Alf), Qui Nem Jiló (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira), Samba da Minha Terra (Dorival Caymmi), além de canções presentes no terceiro CD da banda, Terra Amantiquira . Entre elas, Stannuts , composta por Moacir Santos em homenagem ao falecido saxofonista americano Stan Getz (que ganhou arranjo do saxofonista Proveta), Tô Chegando , de Laércio de Freitas, e Feminina , de Joyce, com arranjo de Proveta.
A Banda Mantiqueira, indicada ao Grammy na categoria de melhor performance de jazz latino pelo disco Aldeia (1996), começou tocando em bares como o Sanja, o Vou Vivendo e o Supremo Musical, sempre com casa lotada. Em 2000, a convite do Maestro John Neschling, fez quatro concertos com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, na Sala São Paulo. Dois anos depois fez uma turnê pelos Estados Unidos com a OSESP onde se apresentou em Costa Mesa, na Califórnia e em Ann Arbor, em Michigan. Na mesma turnê, isoladamente, tocou no Festival de Jazz de San Francisco, Califórnia e na Northwestern University, em Evanston, Illinois, e fez por merecer elogiosas críticas publicadas no The Los Angeles Times e no Chicago Tribune.
PAU BRASIL
Dias 8, 15, 22 e 29 de março – quartas-feiras – 21h30
Couvert artístico – R$ 40,00 * Duração – 1h30 * Censura – 18 anos
Músicos – Rodolfo Stroeter (baixo), Nelson Ayres (teclados), Paulo Belinatti (violão), Teco Cardoso (saxofone) e Ricardo Mosca (bateria).
Versões originais de clássicos brasileiros
Grupo de música instrumental formado no fim da década de 70, em São Paulo, por músicos que já desenvolviam anteriormente sólidas carreiras individuais, o Pau Brasil apresenta as composições do novo disco, 2005 . Após alguns anos de apresentações ocasionais, o grupo ressurge com toda a força com a recente gravação de seu nono CD 2005 , lançado pela Biscoito Fino e selo Pau Brasil. O baixista Rodolfo Stroeter é o único que se mantém no grupo desde sua formação, e ampliou a grife Pau Brasil para um bem-sucedido selo independente, responsável por alguns dos mais instigantes CDs dos últimos anos.
No repertório do show, versões originalíssimas de clássicos brasileiros como Baixa do Sapateiro , de Ary Barroso; Bye Bye Brasil , de Roberto Menescal e Chico Buarque; Martelo , a quase desconhecida segunda parte das Bachianas Brasileiras n.5, de Villa Lobos; composições que já são clássicos da música instrumental como Jongo e Modinha , de Paulo Bellinati, e Caminho de Casa , Só Xote e Fogo no Baile , de Nelson Ayres; e ainda deliciosas novidades como Ciranda , de Rodolfo Stroeter, e Pulo do Gato , de Bellinati.
O grupo conta com oito CDs, cinco deles lançados internacionalmente. O disco Babel, de 1996, foi indicado ao Grammy norte-americano na categoria best jazz group. A sonoridade única do Pau Brasil originou convites para várias excursões pelos Estados Unidos, Japão, e Europa, onde participou de prestigiados festivais de jazz, como os de Paris e Nancy (França), Willisau (Suiça), Freiburg (Alemanha), Sardenha (Italia) e Norwich (Inglaterra), entre outros.
LENY ANDRADE E OS CARIOCAS
Dias 9, 10 e 11 de março – quinta-feira, sexta-feira e sábado – 22 horas
Couvert artístico – R$ 50,00 * Duração – 1h30 * Censura – 18 anos
Músicos – Leny Andrade (voz), João Carlos Coutinho (piano), Lúcio Nascimento (baixo) e Adriano (bateria). Os Cariocas – Severino Araújo (arranjos, piano e voz), Neil Teixeira (baixo e voz), Elói Teixeira (violão e voz) e Hernane Castro (bateria e voz).
Primeira dama do jazz com quarteto de bambas
Considerada a primeira dama do jazz e da bossa nova, a cantora carioca Leny Andrade, sobe ao palco em três únicas apresentações ao lado do grupo Os Cariocas, conjunto vocal e instrumental que, com seu jeito marcante e exclusivo de harmonizar e interpretar, fez escola no Brasil. No repertório não faltarão clássicos como Pelo Cansaço (Fátima Guedes), Linda (Cartola), Vou Deitar e Rolar e Tem Dó (Paulo César Pinheiro e Baden Powell) e Balanço Zona Sul (Tito Madi).
Leny Andrade começou a estudar piano aos seis anos, quando ganhou uma bolsa de Estudo do Conservatório Brasileiro de Música. Dois anos depois foi convidada a cantar em um Programa de criança na Radio Tupi e não parou mais. No final dos anos 50, se apresentou no famoso “Beco das Garrafas” com Sérgio Mendes Trio, recebendo do público e da critica brasileira o titulo da “Melhor Cantora de Jazz Brasileira”.
Fez turnês em todo o Brasil, América Latina e Europa e gravou vários discos. Mayden Voyage (Chesky Records), produzido por Fred Hersch, foi seu primeiro disco lançado nos EUA, sendo considerado em 1994 o melhor disco de Jazz pelo Village Voice. No mesmo ano gravou um CD com Cesar Camargo Mariano ao piano, e no ano seguinte gravou mais dois CDs. O primeiro, um duo com Romero Lubambo no violão, e o segundo, Luz Negra , onde canta musicas de Nelson Cavaquinho.
O grupo vocal Os Cariocas, formado no Rio de Janeiro em 1942, e atualmente na quinta formação, fizeram escola na arte de cantar música popular a várias vozes, misturando polifonia e efeitos rítmicos. Influenciados por outros grupos vocais, como o Bando da Lua, estrearam no programa de calouros da Rádio Mundial. Se apresentaram, então, ao diretor da Rádio Nacional e foram contratados em 1946 para participar do programa Um Milhão de Melodias, onde ficaram por 20 anos. O grupo foi muito popular com o repertório de bossa-nova, inovando na maneira de interpretar o estilo. Em 1997 voltaram a se apresentar com nova formação e lançaram o CD A Bossa Brasileira , indicado para o prêmio Sharp. No ano seguinte o grupo fez shows em Miami, ao lado de Leny Andrade, Wanda Sá e Roberto Menescal.
MARIO LUCIO
Dias 17 e 18 de março – sexta-feira e sábado – 22 horas
Couvert artístico – R$ 50,00 * Duração – 1h30 * Censura – 18 anos
Músicos – Mario Lucio (voz, guitarra e acordeão), Gilson Barros (baixo) e Dany Santos (bateria e percussão)
Artista de Cabo Verde lança novo CD no Tom Jazz
Cantor, compositor, poeta, multiinstrumentista, pintor e ativista cultural de Cabo Verde, seu país de origem, Mario Lucio é o que se pode chamar de um artista multifacetado. Na música, ele teve composições gravadas por Cesária Évora, lançou quatro CDs com o grupo Simentera e agora parte para seu primeiro trabalho solo Mar e Luz , que chega ao Brasil pela Rob Digital.
Embora esteja embalado pelo abrangente rótulo de World Music, Mario Lucio faz uma música simples, acústica, com poucos elementos sonoros – o destaque sempre é o violão, que ele mesmo toca nas 13 faixas do CD, todas autorais. Duas participações são bem familiares: os brasileiros Gilberto Gil (voz) e Léo Gandelman (sax) em Nha Mudjer e Ma Femme . O português Luis Represas canta em Mar e Luz e a conterrânea Mayra, em Finaçon de Djusé cu Djoana . Mas o ponto alto do CD é Toma-m, Leba-m , com uma agradável levada de violão e a flauta precisa de Dominique Bouzon.
Mario Lucio se destaca por seu engajamento cultural, seja como fundador e diretor da Associação Cultural Quintal da Música, incentivando a música tradicional e o acesso das crianças à aprendizagem, seja como um militante a serviço da cultura local, recentemente constituído Embaixador Cultural de Cabo Verde. Já fez concertos em vários países como Estados Unidos, Brasil, França, Alemanha, Suécia, Finlândia e Noruega, entre outros.
Lúcio Matías de Sousa Mendes nasceu em Tarrafal, na Ilha de Santiago, Cabo Verde. Órfão de pai, aos doze anos foi adotado pelas Forças Armadas, vivendo como interno no quartel, antigo Campo de Concentração do Tarrafal, sob a tutela do Estado Maior. Prosseguiu os seus estudos secundários e obteve uma bolsa do Estado para ingressar no Liceu na cidade da Praia. Ativista cultural e músico, em 1984 ganhou bolsa do Governo Cubano para estudar Direito na Universidade de Havana, onde se licenciou em 1990. Foi Deputado do Parlamento Cabo-verdiano (entre 1996 e 2001) e Assessor do Ministro da Cultura, em 1992.
Por meio da literatura, o poeta tem seu lirismo expresso em algumas obras de destaque, como em Nascimento de um Mundo (1990) e na ficção Trinta Dias do Homem mais Pobre do Mundo (2000), quando ganhou o prêmio do Fundo Bibliográfico da Língua Portuguesa. Mario Lucio pertence ainda ao movimento da nova geração de pintores, participando de exposições no país e no estrangeiro. É fundador e líder do grupo musical Simentera, que lançou quatro discos e marcou a mudança da música de Cabo Verde para o acústico, reivindicando a cultura continental africana como elemento da identidade cultural cabo-verdiana. Em seu último CD Tr'adictional, ao lado do Grupo Simentera, contou com participações importantes, como do camaronês Manu Dibango, dos senegales Touré Kunda, do brasileiro Paulinho da Viola, e dos portugueses Maria João e Mário Laginha.
PERY RIBEIRO
Dias 24 e 25 de março – sexta-feira e sábado – 22 horas
Couvert artístico – R$ 40,00 * Duração – 1h30 * Censura – 18 anos
Músicos – Pery Ribeiro (voz), Tito Freitas (piano), Aloísio Veras (baixo) e Paulinho Criança (bateria)
Novo disco expõe lado compositor do músico
Pery Ribeiro apresenta seu novo CD Cores da Minha Bossa . Produzido por ele, o disco, o 31º de sua carreira, foi gravado em Miami e no Rio de Janeiro, e lançado primeiramente nos Estados Unidos ( Colors of my Bossa ). Nele Pery expõe mais o seu lado de compositor ao gravar seis canções suas, além de clássicos dos anos 40. A seleção do CD inclui importantes compositores como Tom Jobim, Ivan Lins, Gilberto Gil, Billy Blanco e Edu Lobo, com inspirados arranjos de Tito Freitas.
No show, Pery vai mostrar do novo CD as canções Começar de Novo (Ivan Lins e Vitor Martins), Pa Paquito , escrita por Pery em homenagem a Paquito d'Rivera, Bonita (Tom Jobim) e Abraço no Menescal e Boscoli , música que Pery compôs para homenagear a famosa dupla da Bossa Nova, além de clássicos do seu repertório como Samba de Verão (Marcos/Paulo S.Valle), Hoje (Taiguara) e Separação (José Augusto/Paulo S. Valle).
Filho de Herivelto Martins e Dalva de Oliveira, Pery Ribeiro é um importante intérprete da Bossa Nova. Com uma carreira internacional desde os anos 60, Pery trabalhou com Sérgio Mendes, Burt Bacharat, Johnny Mathis, Sérgio Mendes, Errol Garner, Herb Alpert e Henri Mancini. Com discos lançados no Brasil, Estados Unidos, México e Japão, o cantor foi o primeiro artista brasileiro a receber do prefeito da cidade de Miami Beach a chave da cidade, em 2003. Ele também foi premiado pelo FREC – Film, Recording & Entertainment Council como destaque na área musical (Miami/2005).
O ano de 2006 promete ainda mais alegrias para Pery Ribeiro, que está lançando na Bienal do Livro de São Paulo, o livro Minhas Duas Estrelas , pela Editora Globo, onde conta a sua vida com os pais.
ZIMBO TRIO
Dia 30 de março – quinta-feira – 21h30
Couvert artístico – R$ 40,00 * Duração – 1h30 * Censura – 18 anos
Músicos – Amilton Godoy (piano), Itamar Collaço (contrabaixo) e Rubinho Barsotti (bateria).
Pedidos de música via Internet
Última apresentação da temporada que teve início em janeiro de 2006, o Zimbo Trio, que comemora 40 anos de carreira sendo expoente da ala paulista da bossa nova, apresenta o show 4 Décadas de Zimbo Trio , brindando o público com as músicas mais importantes da trajetória do grupo. No repertório da noite, composições que marcaram a vida dos músicos, como Garota de Ipanema (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), primeira música gravada pelo trio, além de Aquarela do Brasil (Ary Barroso), Tempo Feliz (Baden Powell), Disparada (Téo de Barros e Geraldo Vandré) e Atrás da Porta (Francis Hime e Chico Buarque), entre outras.
Como se trata de um show de comemoração, o trio paulistano decidiu abrir um canal de comunicação com o público, que pode, através do site do grupo ( www.clamzimbo.com.br ), pedir músicas que gostaria que o Zimbo Trio tocasse nos shows. De acordo com Amilton Godoy, a idéia é fazer com que o público também participe da festa de 40 anos do grupo.
Com 48 discos lançados, o Zimbo Trio é hoje uma instituição que, além dos concertos, dirige, desde 1973, o CLAM, em São Paulo, voltado para a formação musical teórica e prática, com método próprio, sem separação entre erudito e popular. Um dos grupos que mais influenciaram outros músicos em relação a sua maneira particular de interpretar a música popular brasileira, o Zimbo Trio é formado pelos instrumentistas Amilton Godoy (piano), Rubinho Barsotti (bateria) e Itamar Collaço (contrabaixo).
Está nos planos do trio, para 2006, a gravação de dois CDs. Um é a versão instrumental do disco Canção do Amor Demais (gravado por Elizete Cardoso, em 1958, disco que lançou vários músicos, como João Gilberto, e um dos trabalhos mais importantes para a história da MPB); o outro trabalho é um disco só com obras de Ivan Lins.
Para roteiro:
TOM JAZZ – Av. Angélica 2331 – Higienópolis. Telefone (11) 3255-3635. A casa abre às 20 horas. Os shows têm início às 21h30 (terças, quartas e quintas-feiras) e às 22 horas (sextas-feiras e sábados). Couvert artístico – R$ 30,00 (terças-feiras), R$ 40,00 (quartas e quintas-feiras) e R$ 50,00 (sextas-feiras e sábados). Duração dos shows – 90 minutos. Capacidade – 200 pessoas. Classificação etária – 18 anos. Formas de Pagamento – Dinheiro, cheque, cartões de crédito e débito MasterCard e Visa. Estacionamento – R$ 15,00 (em frente ao local). Acesso para deficiente físico. Ar condicionado. Site – www.tomjazz.com.br
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