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DIQUINTA - Programação de Shows AGOSTO DE 2006

 

Rua Baumann 1435 – Vila Leopoldina – Região Oeste
Para confirmar presença e ter desconto – telefone (11) 5506-0100 / 5505-3229
Shows têm duas entradas: quinta às 23h e 1h, sexta e sábado às 24 e 1h40
Manobrista com estacionamento e seguro a R$ 10,00
www.diquinta.com.br

 

 

Show – MALACOSOUL

Dia 3 de agosto - quinta-feira -  às 23h e à 1h da manhã – abertura da casa às 21h30
Músicos – Paul Van Wingerden (voz), Filippe Borelli (guitarra), Marcos Lucke (baixo), Danilo Santana (teclados), Marcos Banana (bateria e percussão).

Ingressos - R$ 20,00 (mulher) e R$ 25,00 (homem). Com nome na lista, R$ 15,00
(mulher) e R$ 20,00 (homem) * Duração – 1h30 * Censura 18 anos

 

Groove pop do Malacosoul

Formada em São Paulo, com 15 anos de estrada, a banda Malacosoul mostra seu groove pop em única apresentação no DIQUINTA. No repertório, releituras de sucessos nacionais como Mais que Nada (JorgeBen Jor), Sarará Crioulo (Sandra de Sá), A Namorada (Carlinhos Brown), Malandragem dá um Tempo (Bezerra da Silva) e À Francesa (Claudio Zoli/Antonio Cícero),além das internacionais Get Up Stand Up (Bob Marley), Sex Machine (James Brown), What’s Going On (Marvin Gaye), Don’t Worry, Be Happy (Bob Mac Ferrin) e Love Generation (Bob Synclair), entre outras. Ainda no show, a banda apresenta algumas canções autorais como a dançante Joãozinho, “um groove forte, com letra criativa e refrão cantarolado, muito grudento”, adianta Marcos Banana, baterista da banda.

Formada em 1991, por amigos de colégio, a banda conta com os mesmos integrantes desde a formação. Em 2001, lançou o CD Malacosoul, com produção de Tuto Ferraz. No disco, o grupo traz dez músicas autorais que passeiam por ritmos brasileiros, como xote, funk, maracatu e samba. Marcos Banana, baterista da banda, garante que “o groove da pesada, preciso e suingado de músicos, que só uma convivência de 15 anos pode proporcionar” é a receita para o show no DIQUINTA.

 

Show – SANDÁLIA DE PRATA

Dias 4 e 18 de agosto – sexta-feira – às 23h e à 1h da manhã – abertura da casa às 21h30

Músicos – Ully Costa (voz), Sandro Lima (guitarra), Carlinhos Creck (baixo), Paulinho Sorriso (bateria), Dado Tristão (teclado), Tito (percussão), João Lenhari (trompete), Duarsen (trombone)

Ingressos: R$ 20,00 (mulher) e R$ 25,00 (homem) – com nome na lista, R$ 15,00 (mulher) e R$ 20,00 (homem) * Duração – 1h30 * Censura 18 anos

 

Música brasileira para dançar

Com um repertório que resgata o que há de mais tradicional no samba paulista e no funk brasileiro, temperado com hip hop, groove e outras influências da música black, a banda Sandália de Prata volta a se apresentar na casa. Formada há três anos na periferia da região sul de São Paulo – nos bairros Capão Redondo e Jardim São Paulo, a banda está em fase de finalização de um single com quatro canções próprias, a ser lançado em breve.

Entre as canções que o grupo promete tocar, há releituras de hits que ficaram conhecidos por meio de Elza Soares, Bebeto, Jorge Bem Jor, Originais do Samba, Baden Powell, Orlandivo e Itamar Assunpção, entre outros. “Sem preconceito, mas queremos enfatizar a cultura brasileira, nossa grande paixão. Por isso, só tocamos música nacional”, explica Ully, vocalista da banda. O show também conta com algumas canções próprias como Sou do Samba, Gildete e Reza Forte.

 

Show – THE EDSON´S 5
Dia 10 de agosto – quinta-feira – às 23h e à 1h da manhã – abertura da casa às 21h30
Músicos – Tom Netto (voz), Fernando Savaglia (baixo), Ricardo Moreno (guitarra) e
Leandro Amaral (bateria)

Ingressos - R$ 20,00 (mulher) e R$ 25,00 (homem). Com nome na lista, R$ 15,00 (mulher) e R$ 20,00 (homem) * Duração – 1h30 * Censura 18 anos

 

Clássicos dos anos 70

Formada por quatro músicos atuantes da cena black paulistana, a banda The Edson´s 5 faz uma celebração a alguns dos melhores momentos do soul, funk e black music dos anos 70. Para o show no DIQUINTA estão previstos clássicos como Shining Star (Earth Wind & Fire), Signed, Sealed, Delivered (Stevie Wonder), Rock With You (Michael Jackson), Dance to the Music (Sly & the Family Stone), Bom Senso (Tim Maia) e Hora da União (Lady Zu), entre outros.

Criada no início de 2006, os integrantes buscaram inspiração no lendário grupo The Jackson´s 5 para fazer uma brincadeira e ao mesmo tempo uma homenagem. Além do trabalho com a banda, os músicos atuam em grupos como Mo´Jama, Orquestra Paulista de Soul e Banda Cara de Pau.

 

Show – LUPA MABUZE

Dia 17 de agosto – quinta-feira – às 23h e à 1h da manhã – abertura da casa às 21h30
Músicos – André Caccia Bava (guitarra), Pedro Cunha (Teclado), Nego Léo (Baixo) e Edu Cardeal (bateria)

Ingressos - R$ 20,00 (mulher) e R$ 25,00 (homem). Com nome na lista, R$ 15,00 (mulher) e R$ 20,00 (homem) * Duração – 1h30 * Censura 18 anos.

 

Lupa Mabuze mostra repertório do CD D-Bem

O cantor e compositor paulistano Lupa Mabuze volta ao DIQUINTA para mostrar o repertório do CD D-Bem. Lupa mostra no show composições próprias do novo trabalho, como De Cor, Uma Carta, Maldade e D-Bem, e algumas releituras como Olhos Coloridos (Sandra de Sá), Réu Confesso (Tim Maia), Quem Foi (Lenine), Saudosa Maloca (Adoniram Barbosa) e What’s Going On (Marvin Gay), entre outras.

Com dez anos de carreira, o cantor já dividiu o palco com Oswaldo Montenegro, Roberto Menescal, Edson Cordeiro, César Camargo Mariano, Pedro Mariano, Ed Motta, Cláudio Zoli e Luciana Mello, que em 2004 gravou a música Só Vale Com Você, de sua autoria. Foi vocalista de algumas bandas paulistanas como A Favela, Santa Maria, Opus 6 e  Eletrofunk. Graduado em publicidade e propaganda, Lupa Mabuze uniu a paixão pela música com a formação e descobriu um novo caminho: a música publicitária, onde exerce a função de cantor e compositor. Autodidata, com experiência musical vinda das noites de São Paulo e lugares por onde transitou, como Paris, Londres, Buenos Aires e Santiago do Chile, Lupa Mabuze traz em sua bagagem um ecletismo capaz de convencer diferentes tipos de ouvintes.

Em 1999, com um primeiro CD lançado pela Lua Discos, deu início a sua carreira na música popular brasileira. Após seis anos, retorna ao cenário musical com um novo trabalho, em que mostra suas novas canções, acompanhado pela banda Eletrofunk. Neste projeto, produziu e compôs dez novas canções gravadas ao vivo no Estúdio 185 em São Paulo.

 

Show – PLACA LUMINOSA

Dia 24 de agosto– quinta-feira – às 23h e à 1h da manhã – abertura da casa às 21h30

Músicos – Luizão (bateria), Ari Nascimento (contrabaixo) Ribah Nascimento (guitarra),
Willian Santanna (voz), Mário Lúcio (sax solo), Erik Escobar (teclados), Marquinhos
(trombone) Josué (sax) e Sidney (trompete).

Ingressos: R$ 20,00 (mulher) e R$ 25,00 (homem) – com nome na lista, R$ 15,00 (mulher) e R$ 20,00 (homem) * Duração – 1h30 * Censura 18 anos

 

Placa Luminosa mostra novo CD

Formada nos anos 70, o Placa Luminosa está de volta e apresenta músicas do CD recém lançado Beleza Que Se Espalha (nome da faixa título deautoria deRiba Nascimento). No show, a banda apresenta as músicas Sem Graça (Guilherme e Cesinha), Nada Vai Mudar (Érick Escobar) e Com Dinheiro é Mole (Abdulah), além das regravações: Não Vou Ficar, de Tim Maia, e Não Há Dinheiro Que Pague (Renato Barros), gravada por Roberto Carlos em sua fase mais Soul.

A banda também mostra releituras de sucessos como What’s Going On? (Marvin Gaye), Isn’t She Lovely (Stevie Wonder), Lets Groove (Earth, Wind And Fire), Celebration (Koll And The Gang), Descobridor dos Sete Mares (Lulu Santos), Manoel (Ed Mota) e novas roupagens para as músicas clássicas da banda como Fica Comigo (Thomas Roth/Arnaldo Saccomani), Mais uma Vez - Just to see her (J. George-L – Pardini/Rosana) e Velho Demais (Clodo/Zeca Bahia), entre outras.

O Placa Luminosa exibe a maturidade adquirida nos seus 25 anos de carreira, com 7 discos e 2 CD gravados e presenteia o público com releituras e interpretações de artistas consagrados dos anos 70 e 80 com pitadas de Soul e Funk.

A banda estourou nas paradas de todo o Brasil em 1988, quando emplacou sucessos nas FMs e trilhas de novelas como Mais Uma Vez (versão de Rosana Hermam para Just To See Her, de Smokey Robinson), Fica Comigo (tema da novela Top Model) e Ego (tema da novela Mico Preto). Em 1985, ao lado de Ney Matogrosso, a banda abriu a primeira edição do Rock in Rio, para uma platéia de mais de 200 mil pessoas. Em 1989, o Placa Luminosa foi eleito o Melhor Grupo do Ano pelo prêmio SHARP. Nesse mesmo ano, já com o nome consolidado no cenário brasileiro, o grupo parte em sua primeira turnê internacional. Em 2005, voltou fazer shows e gravou o CD Beleza que se espalha, lançado em janeiro de 2006.

 

Show – AFROPOESIA

Dia 31 de agosto– quinta-feira – às 23h e à 1h da manhã – abertura da casa às 21h30

Músicos – Cleverson Lee, Tio Jhota e Lívia Graciano

Ingressos: R$ 20,00 (mulher) e R$ 25,00 (homem) – com nome na lista, R$ 15,00 (mulher) e R$ 20,00 (homem) * Duração – 1h30 * Censura 18 anos

 

Hip hop e rap com o trio Afropoesia

Afropoesia é a fusão do samba de roda com música eletrônica, formada pelo trio Cleverson Lee, Tio Jhota e Lívia Graciano. Nascida há dois anos, a banda paulista mostra um repertório que remete a soul music, bossa nova e hip hop, aderindo a recursos pós-modernos.  No repertório do show Zé do Caroço (Leci Brandão), Maneiras (Zeca Pagodinho), Tive Razão (Seu Jorge), Pela Luz dos Olhos Teus (Vinicius de Moares), O Homem da Gravata Florida (Jorge Bem Jor), Volte Para o Seu Lar (Marisa Monte), e as autorais Prazeres, Aprendiz, Será Mais Um e É o amor, todas de autoria do trio.

Formada em 2004 pelo vocalista, compositor e produtor Cleverson Lee que tem sua história iniciada no grupo de rap Camorra, onde atuou de 1999 a 2001, pela vocalista Lívia Graciano que começou sua carreira no teatro, se graduou em tradução e Interpretação, se especializando em canto e interpretação em Londres e em 2005 integrou o elenco da novela Essas Mulheres (Record) e, pelo vocalista e compositor Tio Jhota, ex-integrante dos grupos de rap Philosnegral e TSDclub. Em 2005 gravaram o CD independente Samba Novo, que contou com as participações do violonista João Erbetta, do percussionista Fred Prince e do tecladista Pépi Cisneros.

 

Show – SAMBASONICS

Dias 11 e 25 de agosto – sextas-feiras – às 24h e à 1h40 da manhã – abertura da casa às 21h30

Músicos – Francine Missaka (voz), Marcelo Munhoz (vocais, violão e guitarra), Reinaldo Chulapa (baixo), Carneiro Sândalo (bateria), Rubinho Lima (percussão e voz), Felipe Maia (teclados) e Mauricio Mohamed (saxafone)

Ingressos: R$ 20,00 (mulher) e R$ 25,00 (homem) – com nome na lista, R$ 15,00 (mulher) e R$ 20,00 (homem) * Duração – 1h30 * Censura 18 anos

 

Sambasonics faz duas apresentações no mês de agosto

Na estrada desde 2001, a banda Sambasonics, com Francine Missaka nos vocais, faz duas apresentações no Diquinta no mês de agosto. No repertório, ritmos como samba-rock, funk, soul, rock, pop e samba, em composições próprias como Babulina, Passa por Minha Cabeça e Quem Tem,Tem e releituras de Speed, Balança a Pema, Chove Chuva, Mais que Nada e Rock Enredo (todas de Jorge Ben Jor) e Falador Passa Mal (dos Originais do Samba), além de Voltei, Amor (de Joãozinho Carnavalesco e Fritz), entre outras.

Além da vocalista Francine Missaka, integram o grupo o guitarrista Marcelo Munhoz, o baixista Reinaldo Chulapa, o baterista Carneiro Sândalo o percussionista e vocalista Rubinho Lima, o tecladista Felipe Maia e Mauricio Mohamed no saxofone, músicos que já tocaram ao lado de Luiz Gonzaga, Jair Rodrigues, Wilson Simonal, Almir Sater, Fortuna, Zé Geraldo e Banda Vexame, entre outros. O Sambasonics conta, ainda, com a participação especial e constante de Bruninho Marques, percussionista de 14 anos que já tocou com como Farufyno, Originais do Samba, Clube do Balanço, Léo Maia, Nereu Mocotó & Swing e Luis Vagner.

Em 2003, o Sambasonics lançou CD homônimo pelo selo franco-brasileiro Urban Jungle Records – baseado em São Paulo –, editado também no Japão, em 2004, pela gravadora Rambling Records. Produzido por André Bourgeois (fera da música eletrônica), o trabalhou rendeu duas faixas (Babulina e Falador Passa Mal), que foram incluídas, respectivamente, nas coletâneas Nu Brasil vol 2 (lançada na Inglaterra) e na Brazilectro (editada na Alemanha). Em 2005, o grupo gravou o segundo CD, com 14 faixas em homenagem a Jorge Ben Jor, pelo Selo Rambling Records, lançado somente no Japão. No repertório, uma música inédita de Ben Jor, Achados e Perdidos, especialmente cedida para a banda.  Destaque, ainda, para as regravações de Zazueira, Que Maravilha e Dilê.

 

Show – OS OPALAS

Dias  5, 12, 19 e 26 – sábado – às 24h e à 1h40 da manhã –  abertura da casa às 21h30

Músicos – Ricardo Oliveira (vocais), Roberta Gomes (vocais), Josimar Black (guitarra), Renato Cardoso (baixo e voz), Ed (trombone), Maikol (teclado), Marcelo Bianca (percussão e voz) e Américo Rodrigues (bateria e voz).

Ingressos: R$ 20,00 (mulher) e R$ 25,00 (homem) – com nome na lista, R$ 15,00 (mulher) e R$ 20,00 (homem) * Duração – 1h30 * Censura 18 anos

 

Temporada de samba-rock

Os Opalas continuam com temporada aos sábados, privilegiando clássicos do samba-rock, samba-soul e outras vertentes da música dançante brasileira. Entre as canções conhecidas estão Jorge da Capadócia (Jorge Ben Jor) Não Adianta (Trio Mocotó), Orange Lady (Marco Riba), Ligia (Tom Jobim), Ain`t No Sunshine (Eva Cassidy) e temas instrumentais como Bananeira, de João Donato, e Palladium, de Ed Lincon, e a inédita Pau Brasil, de um grupo de samba-rock gaúcho homônimo. Em fase de produção de seu primeiro CD, a banda está em negociações com algumas gravadoras para o lançamento do disco.

Formada em 2000 pelo baterista Américo, que montou o grupo para acompanhar uma temporada de shows do cantor Bebeto (sucesso nos anos 70 com clássicos do samba-rock, como Segura a Nega, Menina Carolina, A Beleza é Você e Menina, entre outros), chamou músicos que faziam parte do cenário do samba-rock nacional. Foi assim que surgiu, em São Paulo, a banda que mais tarde seria batizada pelo DJ Dom KB de Os Opalas.  Os Opalas tocaram também com Seu Jorge, Abílio Manoel, Skowa, Mattoli (Clube do Balanço) e Rappin Hood. No encontro com Rappin Hood, a inovação ficou por conta da mistura de samba-rock com rap, mescla de gêneros que já vinha sendo desenvolvida nos shows dos Opalas com a participação do rapper Max B.O.

 

Aulas de samba-rock.

Os interessados em participar das aulas de samba-rock com o prof. Moskito, que acontecem das 21h30 às 22h30, devem se inscrever pelo e-mail auladesambarock@diquinta.com.br

 

Para roteiro:

DIQUINTA – Rua Baumann, 1435 – Vila Leopoldina – Região Oeste. Telefone 5506 0100 / 5505 3229. Ingressos – R$ 20,00 (mulher) e R$ 25,00 (homem). Com nome na lista, R$ 15,00 (mulher) e R$ 20,00 (homem). Serviço de Manobrista com estacionamento e seguro a R$ 10,00. Capacidade – 400 pessoas. Acesso para deficiente físico (na entrada e no banheiro). Cartão de crédito : MasterCard, Visa, Maestro, Credicard. Cartão de Débito: Rede Shop, Visa Electron. Ar condicionado. Horário – das 21h30 às 4 horas. Site: www.diquinta.com.br


Às quintas-feiras, DJ Chicão  (suíngue, samba-rock, soul, funk, r&b, funk brasuka). Depois, show ao vivo de duas entradas de 40min cada (1° entrada às 23 horas e 2a. à 1h da manhã).
Às sextas-feiras, DJ André (Projeto Gafieira Universal). Depois, show ao vivo com duas entradas, à meia-noite e à 1h40.
Aos sábados, DJ Chicão  (suíngue, samba-rock, soul, funk, r&b, funk brasuka). Depois, show ao vivo de duas entradas, à meia-noite e à 1h40. Das 21h30 às 22h30 aulas de samba-rock com prof. Moskito - R$10,00.
Dicas do cardápio,  cerveja Bohemia a R$ 4,50, uísque 8 anos a R$ 10,00, Brusqueta a R$ 10,00, sanduíche tostex com salada a R$ 6,50.

 

Assessoria de Imprensa
ARTEPLURAL Comunicação
Jornalista responsável - Fernanda Teixeira
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