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Leopoldo Pacheco estréia A JAVANESA,
texto de Alcides Nogueira e direção
de Marcio Aurelio, no Teatro Jaraguá

Escrito especialmente para Leopoldo Pacheco por Alcides Nogueira, o monólogo inA JAVANESA estréia, sob direção de Marcio Aurelio, dia 2 de junho, sábado, às 21 horas, no Teatro Jaraguá, onde fica em temporada de sexta a domingo até 29 de junho. A JAVANESA é a história de amor de um casal que se conhece aos 25 anos, tem um romance e troca flores, cartas, insultos e palavras de amor. Seu reencontro acontece de forma surpreendente e emocionante apenas 30 anos mais tarde, aos 55. Durante o espetáculo discutem o amor, a paixão, as saudades, as perdas, a chuva. Enfim, a vida. Leopoldo Pacheco interpreta os dois papéis.

A peça é escrita em três atos. O primeiro é o monólogo do Homem, o segundo é o monólogo da Javanesa, e o terceiro mostra o encontro dos dois personagens. Durante estes monólogos, os personagens falam de amor, paixão, da relação, da vida, da chuva, dos objetos da casa, das expectativas e frustrações, além das lembranças e das experiências boas e ruins que cada um causou ao outro. É um texto romântico que tem como ponto-de-partida uma flor, que o Homem sempre oferece à Mulher. Ele a chama de Javanesa, por não saber seu nome e por ela sempre cantarolar a música La Javanaise, de Serge Gainsbourg.

A JAVANESA é a história de uma paixão que dura apenas uma canção, mas que é também o tempo de toda uma vida. Alcides Nogueira constrói de forma simples e poética uma história de amor que discute a paixão, o relacionamento humano, o tempo, as perdas, as ausências, e coloca em discussão o sentido do por que tomar certas atitudes ou por que não tomá-las, e questionar quais as conseqüências isto pode trazer a uma vida.

A idéia deste texto surgiu como um desafio. Alcides Nogueira, intrigado com a interpretação de Leopoldo Pacheco no espetáculo Pólvora e Poesia, nas cenas em que este dialogava com a esposa Matilde, ausente na montagem, lhe propôs escrever um texto onde ele deveria interpretar as duas personagens. E Leopoldo escolheu Marcio Aurelio para dirigir, por ser um diretor que tem em seu repertório espetáculos instigantes, profundos, modernos e simples.

A peça é escrita em três atos. O primeiro ato é um monólogo do Homem. O segundo ato é um monólogo da Javanesa, e no terceiro “ato” os dois se encontram. Durante estes monólogos, eles falam deste amor, da sua paixão, da sua relação, da vida, da chuva, dos objetos da casa, de suas expectativas e frustrações. O que cada um causou no outro – experiências boas e ruins.

É um texto romântico que tem como ponto-de-partida um buquê de Saudades, uma flor que o Homem sempre oferece à Mulher, a quem chama de Javanesa por não saber seu nome e por que ela sempre cantarolava uma música com este nome. (É a música La Javanaise, de Serge Gainsbourg).

A JAVANESA, como sugere o autor, é a história de uma paixão que dura apenas uma canção, mas que é também o tempo de toda uma vida. Alcides Nogueira, constrói de forma simples e poética uma história de amor que discute a paixão, o relacionamento humano, o tempo, as perdas, as ausências, e coloca em discussão o sentido do por que tomar certas atitudes ou por que não tomá-las, e questionar quais as conseqüências isto pode trazer a uma vida.

A realização deste projeto significa dar continuidade à bem-sucedida parceria iniciada no espetáculo Pólvora e Poesia, em 2001 e que consagrou com o Prêmio Shell 2001 Alcides Nogueira – autor, Marcio Aurelio – diretor, e Leopoldo Pacheco – ator. E implica principalmente em aprofundar um método de encenação cujo foco é a importância do texto e a ausência do mesmo na construção das cenas e na criação das personagens. Alcides Nogueira é um autor eclético com sólida carreira na dramaturgia e teledramaturgia. É um autor brasileiro, contemporâneo, vivo. Tem textos políticos, históricos, humanistas, existencialistas. Vários deles dirigidos por Marcio Aurelio.

Proposta da encenação
Marcio Aurelio tem em seu repertorio espetáculos instigantes, profundos, modernos, “simples”. É um diretor que conhece a alma do espaço cênico e a circulação do sangue do ator. Em A JAVANESA ele propõe ao ator um desdobramento claro do masculino e feminino, da busca do tempo, das perdas, da falta do amor. Em cena, um ator e duas personagens (o masculino e o feminino). É um espetáculo que lida com o essencial: 1 figurino, 1 cadeira, 1 tapete, 1 guarda-chuva e alguns adereços são o universo deste casal, interpretado pelo mesmo ator.

Este projeto é a continuação do processo artístico que foi desencadeado em 2001 com Pólvora e Poesia, um mergulho na obra de dois dos maiores poetas franceses, no processo criativo, na paixão de duas almas. “Com A JAVANESA, vamos repetir a bem sucedida parceria entre autor, diretor e ator, agora com o depoimento apaixonado de uma geração que começou em 68 e vem até hoje, como este casal da Javanesa”, diz Marcio Aurelio.

Concepção cênica
O espaço cênico remete o espectador às referências do texto, consideradas essenciais pelo diretor. O ambiente deverá “parecer” uma luminária NOBU japonesa, feita de papel de arroz, uma cadeira como a de VAN GOGH e um tapete caucasiano. O figurino, calça e camisa, é de cor clara, tecido leve e acompanhado por uma echarpe MISSONI, usada para transformar as personagens. Os adereços são por ora, um guarda-chuva amarelo, uma mesinha de apoio, um maço de flores. A trilha sonora será inspirada na música La Javanaise, de Serge Gainsbourg.

Para roteiro:
A JAVANESA. – Estréia dia 2 de junho, sábado, às 21 horas, no Teatro Jaraguá. Com Leopoldo Pacheco. Texto – Alcides Nogueira. Direção, Cenário e Iluminação – Marcio Aurelio. Figurino – Leda Senise. Trilha Sonora – Fernando Esteves. Direção de Produção – Bel Gomes. Realização – T. Sebastiana – núcleo da Cooperativa Paulista de Teatro. Temporada – Sexta-feira às 21h30, sábado, às 21 horas e domingos às 19 horas. Ingressos – Sexta-feira R$ 10,00 (preço popular), sábados e domingos R$ 40,00.

Sinopse – A Javanesa é a história de amor de um casal que se conhece aos 25 anos, tem um romance com troca de flores, cartas, insultos e palavras de amor, mas que nunca fica junto. O reencontro acontece de forma surpreendente e emocionante apenas 30 anos mais tarde.

Teatro Jaraguá - R. Martins Fontes, 71 Centro. Fone: (11) 3255-4380. Capacidade – 280 lugares. Horários da bilheteria – Terça a quinta-feira das 14h às 19 horas, sexta-feira das 14h às 21h30, sábados das 14h às 21 horas e domingos das 14h às 19 horas. Ingresso Rápido – (11) 2163-2000. Aceita todos os cartões de debito e crédito.

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